Introdução
O servidor MCP do Kadu é um servidor Model Context Protocol remoto: conecte o Claude, o ChatGPT, o Claude Code ou uma IDE e use o Kadu conversando — listar tarefas, disparar uma execução, acompanhar eventos e logs, resolver pendências, configurar ambientes, secrets, agendamentos e webhooks, sincronizar o Playbook e consultar uso e custo. Ele oferece as operações da API v1 como tools que o cliente de IA chama. Você o conecta por URL; não há nada para instalar.
Ele é servido em host próprio, mcp.kadu.ia.br, com transporte Streamable
HTTP em modo stateless e autenticação por Bearer token emitido pela
Conta Kobana: pelo fluxo OAuth 2.1, em que o cliente recebe só a URL e
faz o login sozinho, ou por um token pessoal criado no assistente de tokens
da Conta Kobana. Nenhum certificado de cliente está envolvido.
Quando usar
| API v1 | Servidor MCP (este) | |
|---|---|---|
| Consumidor | seu backend, uma integração | um cliente de IA (Claude, ChatGPT, Claude Code, uma IDE) |
| Configuração | token, fora de banda | uma URL |
| Transporte | HTTPS/REST | Streamable HTTP (JSON-RPC 2.0) |
| Autenticação | Bearer token emitido para a API | OAuth 2.1 ou token pessoal, sempre emitido para o MCP |
| Superfície | as rotas da /v1 | uma tool por operação da /v1 |
O servidor MCP não substitui a API. Cada tool despacha in-process para o handler da rota que implementa a operação, então validação, filtros, fila de execuções, plano contratado, teto de custo e isolamento por organização são exatamente os mesmos. Se você está escrevendo código, use a API v1. Se está conectando um assistente, use isto.
O princípio
Uma capacidade só existe no MCP se existir na API v1.
Não há uma segunda implementação de nada. A tool chama o handler da rota com a identidade que o token do chamador já provou — a mesma pessoa, a mesma organização —, então ele roda como rodaria para qualquer requisição HTTP. Uma tool faz o que a rota faz — nunca mais.
Na prática, o MCP alcança o mesmo que o Agent Console, porque toda ação do console tem rota na API. Ficam de fora só o que, por definição, é da pessoa no navegador: login e troca de organização, onboarding, a conexão do Playbook pelo GitHub App e decidir uma aprovação — veja Confirmação de tools destrutivas.
O que você vê é mais estreito que o catálogo
tools/list devolve apenas as tools que este chamador pode rodar: as que o
escopo do token alcança e que o papel da pessoa permite na organização. Um
assistente não é informado de capacidades que só levariam negativa. As regras
estão em Autenticação.
Primeiros passos
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Aponte seu cliente para a URL do servidor — veja Endpoints e Clientes.
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Autorize. O cliente abre o login da Conta Kobana; entre com uma conta da organização e escolha, na tela de consentimento, o que o assistente pode fazer. Veja Autenticação.
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Liste as tools para confirmar o que o seu acesso alcança — peça ao assistente, ou, com um token emitido para o MCP em mãos:
curl https://mcp.kadu.ia.br/ \-H "Authorization: Bearer $MCP_TOKEN" \-H "Content-Type: application/json" \-H "Accept: application/json" \-H "MCP-Protocol-Version: 2025-06-18" \-d '{ "jsonrpc": "2.0", "id": 1, "method": "tools/list" }' -
Explore a documentação — o catálogo completo está em Tools.
:::caution O que vem de uma execução é dado, não instrução Eventos, logs, memórias e pendências carregam texto que o agente escreveu a partir de dados de terceiros (extratos, registros do ERP, e-mails). O servidor orienta o assistente a não seguir ordens encontradas ali e a confirmar com você antes de qualquer ação que um resultado pareça pedir. :::
Próximos passos
- Autenticação — o fluxo OAuth, o token pessoal, o escopo e as permissões aplicados, e os modos de falha.
- Endpoints — URLs por ambiente e rotas servidas.
- Transporte — JSON-RPC, versões do protocolo, cabeçalhos e métodos.
- Resources e prompts — documentos por URI, roteiros prontos, autocomplete e a confirmação de tools destrutivas.
- Clientes — como conectar o Claude Code e clientes por arquivo.
- Limite de Requisições — o orçamento por pessoa.
- Listagem, Ordenação e Filtros —
cursor,limit,sort_bye os filtros. - Idempotência —
idempotency_keynas escritas. - Erros — os dois canais de falha, e por que a distinção importa.
- Tools — o catálogo de tools.